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LIVRO

 
- de Vajra Kika -

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Apresentação

Prefácio 1º edição

Prefácio 2º edição

Prefácio 3º edição


Contos que abrem
os capítulos)

Versos Citados

A Horta do Agenor

Onde está o Caminho?

O Penteado

O Passeio no Circo

O Nada que soltou um Pum 


Agradecimentos

Créditos

O autor

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Um Passeio sobre Não-Dualidade
Um Exercício de Inhana Iôga
Um Flerte com a Agnose Estrita

             você está aqui     

Este livro apresenta uma versão própria do autor sobre a Não-Dualidade,
a visão Advaita Vedanta sobre o que é a VIDA
e o que somos nós no meio desse UNIVERSO.

Mostra, tanto para os ateus como para os teístas,
que o pensamento científico e o místico-religioso
são realistas e fantasiosos na mesma proporção
e não reconhece, nem na ciência e nem na religião,
capacidade de expressar a VERDADE e, nesse sentido,
pode ser visto como da linha agnóstica estrita.

   

TEXTO COMPLETO do LIVRO - GRATIS
para ler ou baixar (.pdf, 4,4 Mb)

LIVRO (294 págs.) DISPONIVEL PARA VENDA EM:

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Homo scientis ego, o que você quer dizer com isso ?

O que sou Eu?, O que existe?
ou melhor ainda, O que é existir?

Perguntas existenciais acompanham o desenvolvimento cultural humano desde sempre e respostas a elas também há para todos os gostos.
Uma delas vem da linha filosófica chamada de Não-Dualidade, originária da escola indiana Advaita Vedanta.
Essa prática é chamada por alguns de Inhana Iôga (Jñana Yoga), a busca da unidade com o Universo, com a VIDA, por meio do pensamento, da arguição constante, do estudo persistente e do conhecimento consequente.

Nem todos se identificam ou têm paciência para essa 'iôga intelectual', mas se você tem curiosidade espero que desfrute a leitura e tenha momentos de prazer com os passeios pelo mundo sutil que é nossa mente contempladora.

Afinal, como disse Lupicínio Rodrigues:

O pensamento parece
uma coisa à toa,
mas como é que a gente voa
quando começa a pensar.






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Resumo do prefácio à primeira edição de 1992

Não tenho medo de ser refutado,
mas de ser mal-compreendido.
     - Emmanuel Kant

Quem não se comunica,
se estrumbica.
     - Abelardo 'Chacrinha' Barbosa

Escrever um livro sempre é uma tentativa de comunicação, aliás, a roupa que usamos, aquilo que falamos, nosso jeito de amar, nossa postura social e, praticamente, tudo que fazemos é sempre uma tentativa de comunicação, uma tentativa de criar uma relação com outros seres.
Até que é facil criar uma nova relação. Na verdade, fazemos isto o tempo todo. Com um pouco de exagero e ironia, poder-se-ia dizer que vivemos numa constante 'orgia mental', com mentes procurando outras mentes para se 'roçar', ansiando uma relação.
Como permanecer calado é uma atitude ativa de comunicação que também pode ser mal compreendida, coloquei nos pratos da balança, de um lado o pensamento de Kant e do outro a conhecida frase de Chacrinha, e resolvi levar adiante o desenvolvimento deste trabalho.
Certamente, escrevo este trabalho porque quero me comunicar.
Mas, mais que isso, quero comunicar algumas idéias que percebi ao ouví-las no discurso de outras pessoas.
Como perceber um conceito escondido dentro de um discurso é sempre um ato individual, o que será apresentado sobre estes conceitos, como EXISTIR, CIÊNCIA e outros, são interpretações pessoais do autor.
Porém não é meu desejo estabelecer significados novos ou melhores para tais palavras. Antes, desejo propiciar ao leitor um passeio num mundo de palavras e imagens, um passeio intelectual onde conceitos são definidos e suas curiosas relações analisadas.
Assim como a Música, o Pensamento pode nos fazer viajar por caminhos emocionais que vão de uma profunda 'fossa' até uma sublimação mística.
Como não sinto compromisso com a exatidão ou a verdade relativa de cada um, o que estou propondo pode ser resumido assim :

Vamos brincar de pensar, apenas para desfrutar o prazer que é pensar.

Santos, 1992




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Resumo do prefácio à segunda edição de 1998

Escrevi este livro, sobre a minha compreensão dos pensamentos científicos e místicos, no ano de 1992 estimulado pelos colegas Orlando Mauro e Ramona Straube, Apenas oito livros foram editados então.
Estimulado por José Barmak e Bia Adler fiz esta nova edição com tiragem de 200 exemplares, que considero como sendo a segunda edição do livro.
Poucas foram as alterações agora introduzidas. Foi feita uma revisão do texto por Nemo Nox e algumas ilustrações foram trocadas pelos desenhos de Benê Coutinho. Alguns parágrafos foram reescritos com o objetivo de tornar mais claro seu conteúdo.
Apesar das poucas alterações considero que o texto não se desatualizou nestes seis anos entre edições. Alguns comentários que fiz continuam válidos, como a previsão da revisão da Teoria do Big Bang.
Hoje em dia físicos já têm dito que o Big Bang talvez não tenha sido nem tão Big nem tão Bang quanto se imaginava.
Mas o objetivo deste livro não é fazer previsões sobre o conhecimento científico humano e sim o de evidenciar, tanto para as pessoas que se declaram atéias como aquelas que se dizem teístas, que o pensamento científico e o pensamento místico-religioso são realistas e fantasiosos exatamente na mesma proporção.
Partindo de uma análise da Babel na comunicação humana se mostra que não há condições de sermos verdadeiramente "objetivos" e que nenhuma discussão sobre qual teoria é a "certa" é capaz de resolver tal questão.
Enfim, com este livro quero mostrar, de uma maneira por vezes divertida, algo que já era sabido há milênios; que a forma como cada um de nós entende o mundo e, principalmente, a forma como entendemos a nós próprios pouco são mais que fantasias e ilusões, e que ultrapassar estas formas de compreensão é necessário para quem pensa um dia em ser feliz.

Santos, 1998




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Resumo do prefácio à terceira edição de 2021

Passados 23 anos da 2º edição, surgiu a ideia de uma nova tiragem, para utilizar nas apresentações sobre Inhana Iôga e do jogo indiano Maha Lila.
Nesse entretempo dediquei-me ao esclarecimento público sobre a incomum concentração de poderes da autoridade eleitoral brasileira(STF/TSE), que resulta em autoritarismo e falta de transparência da apuração eletrônica dos votos, e que transformou o trabalho numa verdadeira prática de Karma Iôga, exigindo convicção e perseverança.
A partir de 2018, quando mais eleitores brasileiros assumiram essa tarefa, voltei a me dedicar ao estudo da Inhana Iôga e do Advaita Vedanta, a base que alinhava a estrutura deste livro.
Ao título da obra foi acrescentado 'Homo scientis ego', cujo significado é discutido no Capítulo 6 - EU.
Quase nenhuma alteração no texto foi feita. Apenas pequenas adaptações e uma nova revisão, para adequá-lo à Reforma Ortográfica da Língua Portuguesa de 2009.
Comentários sobre o pensamento científico moderno continuam aplicáveis. Cosmólogos, astrofísicos e astrobiólogos ainda insistem em entender que o surgimento do Universo (Big Bang) e o surgimento da Vida (Sopa Primordial, Panspermia e Vyda/Lyfe) seriam eventos distintos, continuam achando que Criacionismo e Evolucionismo são conceitos excludentes e não notam que o Evolucionismo que advogam é incompatível com a 2º Lei da Termodinâmica (Entropia) que também advogam.
Vejo sinais que nem esses cientistas estão levando muito a sério suas novas teorias. Denominaram as possíveis novas formas de matéria e energia escuras, que dizem compor 95% do universo, com acrônimos que significam 'covarde' (WIMP), 'valentão' (MACHO) e 'sei lá' (DUNNOS ou don't know).
Assim, o conteúdo subjacente do livro continua plenamente válido para este autor e pode ser entendido como uma versão própria e pessoal da Não Dualidade, a visão Advaita Vedanta sobre o que é a VIDA e o que somos nós no meio desse UNIVERSO.
Agradeço a revisão do texto feita pela historiadora e sobrinha Adriana Brunazzo Benaduce e volto a agradecer a amiga e companheira Bia Blossom pelo apoio e estímulo para esta nova edição.

Santos, 2021




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Agradecimentos do livro
(que é meu samba em feitio de oração)

Agradeço àqueles que, por momentos às vezes fugazes, encarnaram o Mestre ou o Companheiro:

Amílcar
que não mediu sacrifícios para ser o Pai. Que me deu a Pedra de apoio e a Palavra.
Linda
minha mãe, que me mostrou o amor incondicional e me apresentou a Bíblia.
Cid e Forlani
professores na escola básica mostraram-me o conceito da verdadeira Matemática e Geometria.
Darclê
minha eterna protetora.
Narciso
que, nem quando levado à posição de oponente, esqueceu-se do amor fraterno.
Maria Lúcia
que estava ao meu lado quando demos os primeiros passos da vida afetiva. Meu primeiro amor.
Tonico e Meire
que transbordam simpatia e hospitalidade.
Adolfo e Octacílio
pela mão aberta que me estenderam, pedindo-me que não partisse.
Adriano
cuja ironia instigadora jamais escondeu o sentimento da verdadeira amizade.
Mario Roberto
que dá com a mão direita sem que a esquerda fique sabendo.
Aldoger
sempre à disposição como um amigo.
Daniel
que uma vez consolou o meu choro, companheiro capaz, criativo e constante de meus passeios e devaneios.
Orlando
infatigável no Combate, "que aos fortes e bravos só pode exaltar".
Ana Cristina
pela concisa e essencial apresentação da Gestalt.
Bernadete
primeira parte perdida de meu corpo, a dor tão aguda despertou em mim até o Poeta.
Sérgio
por me mostrar que uma bengala pode ser uma espingarda.
Sonia
sangue do meu sangue. Tão pouco te vejo, tanto te quero bem.
Heloisa
garra pura, Parrê! Pela introdução à Dialética.
Luiz
Mestre da Ilusão, inspirador do Castelo Transparente.
José e Vita
pela rara oportunidade de apreender o que é ganhar.
Wagner
privilegiado e incompreendido, ligou o Tempo ao Espaço.
Walter
Ensinou-me a comandar a intuição e não ser comandado por ela.
Gualter
cuja erudição muito contribuiu para a construção da minha expressão.
José Claudio
assumindo tarefas minhas, libertou-me para o Trabalho.
Bia Blossom Adler
pelo empurrão final que levou à produção do livro. Não podias me dar melhor presente.
Ingrid
que caminha desenvolta pelos campos dos sonhos sem perder a direção na vida prática. Uma ilha de paz no mar dos insatisfeitos.
Marli
por me lembrar do sabor da maçã.
George
pelo título desta obra.
Celso
sempre me estimulando com uma versão diferente da minha.
Laís
amiga que me alertou para a espada de Jesus e me deu uma flor cultivada com atenção.
Ramona
pelas duvidas que me estimularam a escrever este Trabalho.
Heliane
de extrema paixão, se entregou 'de corpo e alma' para me dar os meus filhos, minha maior lição.
Glauber e Vandré
com uma singela palavra na boca, 'Paiê'.

Agradeço, ainda às estrelas do céu e do mar de Angra dos Reis e a bruma seca de São Paulo, que compunham o cenário no meu despertar.
Finalmente, agradeço a VIDA que passa por mim
por tanta beleza e graça que me deu...
de graça !

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Créditos do Livro

Autor
Vajra Kika
Desenhos
Benê Coutinho
Revisão
Adriana Brunazzo Benaduce
Paulo Rogério
Projeto Gráfico
PINK
Editora
Realejo Livros - Santos

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   página atualizada em mar/21